Com a idéia de um Sarau amplificado, nascia O Teatro Mágico em 2003, na cidade de Osasco – SP. Liderado pelo músico, poeta, palhaço… Fernando Anitelli, o Teatro Mágico vem conquistando uma legião de fãs fiéis por onde passa. Jovens sempre com rostos pintados e nariz de palhaço, muitas vezes acompanhados pelos pais que não resistem a insistência dos filhos e acabam indo ver o espetáculo e percebem que tudo aquilo que os filhos falavam não era por fanatismo. Já no primeiro CD, intitulado como “Entrada para Raros”, o Teatro Mágico já começava a dizer a que veio. Com letras metafóricas e lúdicas, a trupe, assim chamada pela turma, buscava com o figurino e cenários coloridos nos shows, retratar o sonho e a fantasia do ser humano.
Se utilizando da mais poderosa e antiga ferramenta de comunicação, o boca-a-boca, a trupe mostra ao monopólio do mercado fonográfico, como atingir as pessoas, fazer boa música e proliferar a cultura sem cobrar nada. O grupo disponibiliza todo seu trabalho grátis na internet e, nos shows, seu Odácio, pai de Fernando, monta uma banquinha para que os fãs possam adquirir camisetas, os CDs com encarte que custa 10,00 reais e sem encarte 5,00 reais, além do livro “O Teatro Mágico em Palavras” escrito por Maíra Viana, produtora do Teatro Mágico e amiga/irmãzinha de Anitelli.
Agora com seu novo trabalho e buscando debater a sociedade em questão, com músicas como “O Cidadão de Papelão” e “O Mérito e o Monstro”, entre outras. O Teatro Mágico também muda em seu figurino, com cores menos forte, um visual mais sombrio, com isso a trupe chama as pessoas para um conversa “séria”.
Em uma semana no ar, o novo CD da trupe “2º Ato” recebeu mais de 300 mil downloads, mostrando mais uma vez que a música independente tem força para sobreviver com as próprias pernas.
E assim, sem jabá e sem apoio da mídia o Teatro Mágico vem fazendo aquilo que esta cada vez mais escasso na música brasileira, música de qualidade e sem ter de colocar nome de fruta em algum de seus integrantes.
Se utilizando da mais poderosa e antiga ferramenta de comunicação, o boca-a-boca, a trupe mostra ao monopólio do mercado fonográfico, como atingir as pessoas, fazer boa música e proliferar a cultura sem cobrar nada. O grupo disponibiliza todo seu trabalho grátis na internet e, nos shows, seu Odácio, pai de Fernando, monta uma banquinha para que os fãs possam adquirir camisetas, os CDs com encarte que custa 10,00 reais e sem encarte 5,00 reais, além do livro “O Teatro Mágico em Palavras” escrito por Maíra Viana, produtora do Teatro Mágico e amiga/irmãzinha de Anitelli.
Agora com seu novo trabalho e buscando debater a sociedade em questão, com músicas como “O Cidadão de Papelão” e “O Mérito e o Monstro”, entre outras. O Teatro Mágico também muda em seu figurino, com cores menos forte, um visual mais sombrio, com isso a trupe chama as pessoas para um conversa “séria”.
Em uma semana no ar, o novo CD da trupe “2º Ato” recebeu mais de 300 mil downloads, mostrando mais uma vez que a música independente tem força para sobreviver com as próprias pernas.
E assim, sem jabá e sem apoio da mídia o Teatro Mágico vem fazendo aquilo que esta cada vez mais escasso na música brasileira, música de qualidade e sem ter de colocar nome de fruta em algum de seus integrantes.
Para baixar os CDs do Teatro Mágico.
Acesse: www.oteatromagico.com.br

Hahahaha
Sem colocar nome de fruta nos integrantes foi otimo hahahahaha
Maaas eu vicieii no teatro magico por sua culpa *.*
Bjuh bjuh
haaaa… que o teu afeto me afetou é fato
O Teatro é realmente Mágico… livre dos rotulos e da música manipulada, ainda bem que a gente tem isso pra ser mais feliz né xDDD